Backpacking Two

21 dias em Koh Tao, Tailândia

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Koh Tao, a Ilha Tartaruga, é a irmã caçula dentre 3 ilhas banhadas pelo Oceano Pacífico no Golfo da Tailândia. Ela se encontra ao norte de Koh Phangan, que por sua vez se encontra ao norte de Koh Samui (a maior e mais procurada ilha dentre as três e a segunda maior do país, atrás apenas da famosa “ilha dos resorts”, Phuket).

Seguindo-se proporcionalmente o tamanho de cada ilha e a procura por turistas, Koh Tao muitas vezes passa desapercebida por muitos viajantes que estão na região, mas ainda é um dos últimos refúgios para mochileiros buscando um pouco de paz e agitação no mesmo local.

Koh Tao 1

Koh Tao tem esse nome devido à quantidade exorbitante de tartarugas marinhas que se encontravam nessa ilha até a metade do século passado, quando passou a ser oficialmente habitada (Koh Tao, jan. 2015).

O grande trunfo dessa ilha é a sua vibe: como ainda não foi completamente desfigurada pelo turismo irresponsável como Phuket e suas irmãs, Koh Tao atrai muitos aficionados por natureza, esportes, exploração, mergulho, snorkel, boa companhia e visuais de “cair o queixo”.

Uma preferida pelos expats (estrangeiros que moram no exterior) por seu relativo isolamento do turismo tradicional, essa ilha sempre tem uma opção para quem quer festejar a noite toda ou simplesmente curtir uma praia sem muita perturbação.

E é para lá que fomos dia 17 de janeiro de 2015, faltando um mês para vencer nosso visto de três meses pela Tailândia.

O acesso à ilha é feito através do mar, chegando-se ao Píer Mae Haad, logo ao sul da praia principal, a Sairee Beach. Como estávamos passando uns dias em Koh Phangan, foi lá mesmo que pegamos uma balsa da Seatran Discovery por 430 THB cada (por volta de 39 BRL) e chegamos à Koh Tao após poucas horas.

Koh Tao 5

Um pedaço da costa sul da ilha (Koh Tao, jan. 2015).

Logo que chegamos, deixei a Wanessa no próprio píer com nossas mochilas e saí pra caçar um bom preço no aluguel de uma moto. No final das contas, aluguei uma das mais baratas mesmo, uma automática de 125 cilindradas por 150 THB por dia (fechando 5 ou mais dias), algo em torno de 13,50 BRL na época.

Busquei a Wanessa de volta e a levei à nossa hospedagem pela noite: Spicy Tao Hostel, por 240 THB por cada cama, algo em torno de 21,50 BRL, em um quarto com 10 pessoas. O hostel é super legal e tem um ambiente externo ótimo, inclusive com telão para filmes com direito a redes e colchonetes pra se deitar, mas é mais voltado para quem quer agitação e/ou estão sozinhos ou mesmo solteiros… sem contar que era um pouco “longe” da praia, algo como 10 a 15 minutos a pé. 😉

Spicy Tao Hostel 1

Área comunal do Spicy Tao Hostel, sempre tem alguém com um sorriso no rosto e disposição para conversar (Koh Tao, jan. 2015).

Spicy Tao Hostel 2

A área comunal fica logo atrás dessa árvore enorme perto da entrada (Koh Tao, jan. 2015).

Passamos a noite ali e logo no outro dia fomos juntos procurar um bangalô pra chamarmos de “casa”. Depois de entrar em cada ruela que saía da rua principal rumo à praia e perguntar em cada hospedagem no caminho, encontramos por fim a Golden Cape Bungalows, um conjuntinho de bangalôs bem bacana, no final da praia e com o impressionante preço de 300 THB por noite, algo em torno de 27 BRL, por um bangalô para o casal, com ventilador e banheiro com água fria. E o melhor: saindo do nosso bangalô, era só seguir uma trilhazinha pelo meio da mata que em menos de 2 minutos já estávamos na praia! 😀

Golden Cape Bungalow 1

As costas do nosso bangalô, cuja varanda dava pra uma pequena, mas bonita vegetação local (Koh Tao, jan. 2015).

Trilha para a praia

O finalzinho da trilha dava para uma junção entre dois resorts na ponta norte da Praia Sairee (Koh Tao, jan. 2015).

Praia Sairee 1

O resort que ficava na ponta norte da Praia Sairee, bem pertinho do nosso bangalô (Koh Tao, jan. 2015).

Na Praia Sairee, o mar é tão calmo que tá mais pra lagoa do que pra oceano! (Koh Tao, jan. 2015)

Coqueiro diferente na Praia Sairee (Koh Tao, jan. 2015).

Praia Sairee (Koh Tao, jan. 2015).

Praia Sairee 2

Contraste de cores entre o o verde do mar translúcido, o amarelo do por do sol e o cinza/azul da chuva que se armava ao fundo  (Koh Tao, jan. 2015).

Depois de nos acomodarmos, saímos para explorar um pouco e, montados na motinha, atravessamos a ilha rumo ao sul até chegarmos à alguns mirantes. O melhor deles foi o John-Suwan Moutain Viewpoint (aberto todos os dias e com entrada de graça), com uma trilhazinha considerável, mas com uma vista infinitamente recompensadora! E que logo abaixo continha a Freedom Beach, uma pequena praia bastante aconchegante e distinta das tantas outras que já havíamos conhecido até então.

John-Suwan Viewpoint 3

Essa é a “pequena” rocha que fornece a vista do Mirante da Montanha John-Suwan, por detrás dela há uma pequena trilha que leva ao topo (Koh Tao, jan. 2015).

John-Suwan Viewpoint 2

Vista do Mirante John-Suwan. Quando terminei de escalar a rocha e subi acima das árvores, achei que estivesse sonhando de tão impressionante que foi a vista (Koh Tao, jan. 2015).

Mirante John-Suwan (Koh Tao, jan. 2015).

Freedom Beach

Na Freedom Beach haviam algumas redes e balanços disponíveis para o uso, de graça! Nem parecia alta temporada. Hahahahaha! (Koh Tao, jan. 2015).

Em Koh Tao, toda a agitação se concentra ao longo da rua principal e da Praia Sairee, que é a maior e mais importante da ilha, cobrindo quase metade de sua costa ocidental. Para os que viajam e também curtem explorar a vida noturna, o Sunset Bar costuma reunir bastante gente após a maioria dos outros bares já terem fechado, com curiosas e perigosas apresentações pirotécnicas a cada hora até amanhecer.

Show pirotécnico 1

Padrão de entretenimento do Sudeste Asiático: show pirotécnico, esse é o do Sunset Bar (Koh Tao, jan. 2015).

Show pirotécnico 2

Parte importante do show é a constante participação do público, que normalmente está bastante embriagado… por isso, se resolver pular-corda-em-chamas junto com os amigos, tente se atentar para isso! 😉 (Koh Tao. jan. 2015).

Noitada com amigos

Mas, a diversão mesmo fica por conta das amizades e da troca de conhecimentos. Lembre-se de que todo mundo ali também está viajando e disposto a fazer novos amigos!!! (Koh Tao, fev. 2015).

Depois de uns cinco dias, quando estávamos mais acostumados com os novos caminhos e pontos de referência espalhados pela ilha, decidimos procurar uma escola de mergulho, já que Koh Tao é destino internacional para quem gosta de mergulhar por hobby ou pra quem é curioso em descobrir esse novo mundo. Com suas águas calmíssimas e transparentes, a ilha se tornou um recanto para a vida marinha, com vários recifes naturais e artificiais e, claro, um turismo subaquático disposto a explorá-lo. Isso tudo somado à fama de ser um dos lugares mais baratos do mundo para quem busca a primeira certificação ou seguir carreira/cursos avançados. Mas, essa experiência eu já contei nesse post aqui, caso ainda não tenha visto. 😉

Mergulho 3

Saindo da praia no bote que nos levou pro barco principal, levando o pessoal e o equipamento. (Koh Tao. jan. 2015).

Mergulho 7

Tudo checado e funcionando? Hora de pôr o pé de pato e a máscara para mergulhar! (Koh Tao, jan. 2015).

Mergulho 9

A água é tão clara que até parece que estou flutuando! (Koh Tao, jan. 2015).

Mergulho 10

As minhas carteirinhas já estavam prontas no último dia de curso!

Como a escola que escolhemos, Phoenix Divers, oferecia hospedagem, fizemos a mudança para o resort deles (bangalô para casal, com ventilador e banheiro com água quente) e já começamos no mesmo dia, mas como fiquei doente no dia seguinte, tive que adiar o meu treinamento na piscina e focar só na parte teórica até me sentir melhor. Esse imprevisto fez com que tivéssemos que sair do resort, então saímos em busca de um outro bangalô, já que onde estávamos antes estava lotado… Alguns dias depois ainda voltamos para o AC Resort de novo para terminar o meu curso básico de mergulho e fazer também o avançado.

AC Resort 4

A entrada bem divertida do AC Resort, do Phoenix Divers. Ainda bem que mochileiro não tem que levar mala nas rodinhas! Hehehehehe! (Koh Tao, jan. 2015).

AC Resort 5

O bangalô era bem parecido com os outros que estávamos ficando, mas muito mais conservado, limpinho e cheio de amenidades, como toalha. \o/ (Nota: Apesar disso, todo viajante deveria ter consigo sua própria toalha, que “é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. – Adams, D.). (Koh Tao, jan. 2015).

AC Resort 6

A piscina que os hóspedes podem usar sempre que quiserem e onde, na parte funda específica para isso, são realizados os treinamentos iniciais do curso de mergulho. (Koh Tao, jan. 2015)

AC Resort 2

O restaurante do AC Resort onde tomávamos os cafés da manhã (inclusos para quem faz o curso) e também almoçávamos e jantávamos (já que não era tão caro) ficava logo em frente à entrada do resort e ao lado do Phoenix Divers (Koh Tao, jan. 2015).

Acredite se quiser, mas o outro bangalô estar lotado acabou sendo até bom, porque achamos o Mama O’Chai, um conjunto de bangalôs que, apesar de ser um pouquinho mais caro (400 THB, ou 36 BRL, por um bangalô para casal, com ventilador e banheiro com água fria), era “pé-na-areia” e bem melhor localizado que o outro, bem próximo do burburinho e das amenidades do 7-Eleven mais próximo; ainda que mantendo a tranquilidade e o carisma que uma ilha paradisíaca tinha reservado para nós. 😉

Mama O'Chai Bungalows 1

Esse foi o primeiro de três bangalôs que tivemos no Mama O’Chai (Koh Tao, jan. 2015)

Inicialmente, iríamos ficar apenas uma semana, mas como gostamos tanto de Koh Tao e do pessoal que encontramos por lá, decidimos prolongar a estadia e, terminado o curso de mergulho ao final da nossa já segunda semana por lá, retornamos para o Mama O’Chai para mais uma semana no que chamamos de “nosso paraíso particular”.

Mama O'Chai Bungalows 2

Esse foi o segundo bangalô que alugamos no Mama O’Chai. Não ficamos muito tempo porque ele custava 500 THB (45 BRL)… 😦 E a vista nem era tão melhor assim… (Koh Tao, jan. 2015).

Mama O'Chai Bungalows 3

Esse terceiro sim que foi o melhor de todos: além de ser dos mais barato, tinha uma vista que custaria 600 THB (54 BRL) pra quem quisesse se hospedar no bangalô da frente. (Koh tao, fev. 2015) Saca só essa onda:

Mama O'Chai Vista 3

Tão barato tranquilo e confortável que não queríamos sair dali nunca mais! (Koh Tao, fev. 2015).

Mama O'Chai Vista 1

O Mama O’Chai continuará sendo o meu cantinho que chamarei de “casa” em Koh Tao. (Koh Tao, fev. 2015).

Durante todos os 21 dias que nos deliciamos com o que a ilha tinha a nos oferecer, esses foram os locais que visitamos, alguns mais de uma só vez:

Mirante Mango – de relativo fácil acesso via scooter e localizado bem no meio da ilha, oferece uma linda vista da Baía Mae Haad e da Praia Sairee. Como era pago (100 THB, ou 9 BRL) e chegamos quase de noite, sendo que estava meio neblinado, preferimos, na época, voltar outro dia. Infelizmente nunca mais tivemos a oportunidade e por isso não temos fotos pra compartilhar… 😥 Mas, a vista é ótima mesmo! 🙂

Mirante Chalok – ao lado de algumas torres de eletricidade, oferece uma linda vista para o lado sudoeste da ilha. A entrada é de graça e o acesso é pelo Island Viewpoint Resort.

Mirante no sul

Essa foto foi tirada do resort chamado obviatemente Island Viewpoint Resort. (Koh Tao, jan. 2015).

Baía Hin Wong – apesar do enorme declive para se chegar na parte leste da ilha, essa baía oferece um dos melhores lugares para se fazer snorkel. Pena que quando fomos o mar estava um pouco agitado demais para o tanto de pedras que haviam em volta, mas a vista é fabulosa e por si só já valeu a visita. A entrada é de graça e o acesso é por um resort que não guardamos o nome.

Koh Tao 10

Antes do declive para a baía logo abaixo, tem um barzinho muito bem localizado, com essa vista maravilhosa! (A referência ao The Clash com “Should I Stay Or Should I Go?” está estampada na placa que interroga quem ainda está cogitando se aventurar ladeira abaixo.). (Koh Tao, fev. 2015).

Koh Tao 12

O acesso à baía é feito através de um resort belíssimo e bastante isolado (Koh Tao, jan. 2015).

Island Cruise – Um tour pelos entornos da ilha. A única parte ruim desse tour pela ilha é que às vezes o barco ou as próprias paradas de se fazer snorkel podem estar meio cheios, mas vale muito fazer pelo valor e porque te levam em vários locais ao redor de toda a ilha muitas vezes acessíveis apenas por mar. Na época, janeiro de 2015, custou 600 THB, por volta de 54 BRL, por pessoa, mas começa de manhã, inclui colete salva-vidas, pé de pato, snorkel, máscara, almoço à bordo, frutas, café e chá e à tarde ainda fazem uma pequena parada para curtir Koh Nangyuan, com direito à um mirante tão lindo quanto lotado e à, não inclusa, taxa de entrada preservação (100 THB, algo em torno de 9 BRL).

Esse passeios são muito procurados e saem diariamente de vários lugares ao longo da Praia Sairee e de outros pontos espalhados pela ilha também. Compramos o nosso no restaurante do AC Resort. (Koh Tao, fev. 2015)

Snorkel 1

Explorando as profundezas da Tailândia! (Koh Tao, fev. 2015).

Snorkel 2

A Wanessa preferiu fazer o snorkel com o colete dela. Eu que gosto muito de ficar mergulhando, tive que dispensar (Koh Tao, fev. 2015).

Koh Tao 6

A ilha é pequena o bastante para o barco contorná-la inteira e ainda fazer paradas para o snorkel e para almoçar (Koh Tao, fev. 2015).

Koh Tao 2

E de quebra você cria um lindo mapa mental dessa ilha que tanto nos cativou (Koh Tao, fev. 2015).

Koh Tao 7

Koh Tao é a ilha da preguiça e até o pôr do sol de lá parecia não ter pressa para tocar o horizonte! (Koh Tao, fev. 2015).

Koh Nangyuan – um pequeno e charmoso arquipélago composto de 3 ilhas interligadas por bancos de areias e que mais parece ter saído do livro/filme The Beach, de tão diferente e rara beleza. A entrada custa 100 THB, algo em torno de 9 BRL.

Koh Nangyuan 5

Ilhotas salpicadas de pequenos píeres, cada qual para uma altura da maré (Koh Nangyuan, fev. 2015).

Koh Nangyuan 1

Não vou mentir: a subida, a fila e a demora pra tirar essa foto não foram nada legais, mas ainda assim iríamos de novo! (Koh Nangyuan, fev. 2015).

Koh Nangyuan

E como ainda se preocupar com cansaço ou impaciência da longa fila quando a recompensa é essa vista panorâmica de Koh Nangyuan? (Koh Nangyuan, fev. 2015).

Koh Nangyuan 3

Passeio sensacional! (Koh Nangyuan, fev. 2015).

Koh Nangyuan 4

E as águas cristalinas nos mostravam o que sua diversidade aquática reserva para os curiosos (Koh Nangyuan, fev. 2015).

Praia Aow Leuk – essa tivemos que ir duas vezes, pois, na primeira, não sabíamos que ela fechava para visitação às 17hs, apesar de ser gratuita. Ainda assim insistimos n’outro dia, mais cedo, e valeu cara gota a mais de gasolina gasta, porque essa pequena praia disputa o título de um dos melhores lugares para se fazer snorkel/mergulho… e com razão! 😀

Praia Aow Leuk 2

Uma das menores e mais lindas praias que já fomos, mas sua beleza mesmo se encontrava atrás de óculos de snorkel/mergulho (Koh Tao, fev. 2015).

Praia Aow Leuk

Toda hora tinha gente entrando e saindo do mar (Koh Tao, fev. 2015).

Peixes

Era tanta informação que mal dava pra tirar fotos, mas já dá pra você ter uma noção! (Koh Tao, fev. 2015).

Koh Tao vai pra sempre ficar guardada na nossa memória na mesma “gavetinha” dos lugares mais lindos que já visitamos. Definitivamente, vale incluí-la na sua lista caso esteja indo à Tailândia e garantir a visita, ela atende à todos os gostos e, mesmo em alta temporada,por enquanto, se acomoda em qualquer bolso… Você não vai se arrepender! \o/

Koh Tao 9

Essa era a parte da Praia Sairee que curtíamos em frente ao Mama O’Chai: com abundância de paz e sombra pra quem não gosta de ficar tomando sol (Koh Tao, fev. 2015).

pôr do sol em koh tao

Pôr do sol na Praia Sairee (Koh Tao, fev. 2015).

Koh Tao 8

Uma última foto bônus de Koh Nangyuan vista do barco da escola de mergulho. (Koh Tao e Koh Nangyuan, fev. 2015).


Nota: na época (17/01 a 08/02/2015), com 01 real (BRL) comprávamos 11,10 bahts (THB).


Fotos: Arquivo pessoal.


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Autor: Breno

Psicólogo, 29 anos, com, no momento, 27 países guardados na memória e no coração.

4 pensamentos sobre “21 dias em Koh Tao, Tailândia

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